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O incêndio florestal de Pedrogão Grande que deflagrou a 17 de Junho de 2017 foi um dos maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, o mais mortífero da história do país e o 11.º mais mortífero a nível mundial desde 1900. Como muitos milhares de portugueses, foi com um profundo pesar que assisti em tempo real aos diversos diretos e reportagens na passada semana. Os inúmeros debates que se têm seguido, com inúmeros especialistas, nos inúmeros programas, todos eles discutindo as inúmeras políticas que nos colocam no estágio em que estamos hoje, onde o número de vítimas mortais assume uma dimensão catastrófica!

A massificação de tecnologias de Big Data no processamento de novos tipos de dados capazes de captar todos os fatores meteorológicos, a Internet das Coisas (IoT) no suporte à sensorização e vigilância da floresta e a Inteligência Artificial na extração de padrões e comportamentos que nos permitam uma prevenção mais eficaz, são alguns dos exemplos de como a tecnologia nos poderá ajudar no futuro.No entatno como em muitos outros sectores de atividade, esta falta de informação estruturada e acessível a todos, continua um dos maiores obstáculos para uma tomada de decisão correcta e atempada.

As fontes de informação utilizadas são provenientes de ficheiros zip disponibilizados no site do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), do European Forest Fire Information System (EFFIS) e da Wikipedia.

Artigo detalhado em https://www.linkedin.com/pulse/inc%C3%AAndios-em-portugal-anal%C3%ADtica-avan%C3%A7ada-suporte-%C3%A0-decis%C3%A3o-dias/


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Manuel Dias

Manuel Dias

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