Conjuntos de Dados
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4 results
1 diaCâmara Municipal de Cascais
Praia
Dados geográficos das praias do Município de Cascais. Fonte: GeoCascais - https://geocascais.cascais.pt/ Projeção cartográfica: WGS84 (EPSG:4326)
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2 mesesLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Potenciais Áreas de Aceleração de Energias Renováveis (PAER)
Este trabalho foi desenvolvido pelo GTAER - Grupo de Trabalho para a definição das Áreas de Aceleração de Energias Renováveis (AER), criado pelo Despacho n.º 11912/2023, de 23 de novembro, e pretende consolidar e robustecer o anterior trabalho realizado na identificação das áreas com menor sensibilidade para a localização de unidades de produção de eletricidade renovável (solar fotovoltaica e eólica). O trabalho aqui apresentado avaliou o potencial de implementação das referidas unidades, em áreas ou territórios naturais.
O processo de identificação das áreas PAER, teve em consideração 5 cenários diferentes, dependendo da exclusão ou não das seguintes condicionantes: (i) áreas respeitantes aos aquíferos classificados como porosos ou essencialmente porosos, pertencentes à orla ocidental e à bacia do Tejo-Sado; (ii) áreas respeitantes a distância de tecido edificado residencial e de uso misto e (iii) áreas de RAN (Reserva Agrícola Nacional) e de REN (Reserva Ecológica Nacional) disponíveis.
As áreas apresentadas contribuem para a definição de futuras áreas preferenciais AER – não constitui a definição formal de AER. Nas futuras AER haverá simplificação do processo de licenciamento. Note-se que essas áreas não são exclusivas, podendo no resto do território serem implementadas unidades de energia renováveis, de acordo com o normal processo de licenciamento. Os resultados apresentados traduzem a situação à data de fevereiro/março de 2024.
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2 mesesLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Atlas Nacional do H2 Verde Sustentável
O “Atlas Nacional do H2 Verde Sustentável” é uma ferramenta baseada em informação georreferenciada que obedece a critérios definidos na construção de cenários para avaliar a adequabilidade da localização de projetos de produção de hidrogénio verde no que respeita a: (i) recursos necessários para alimentar os processos de produção de hidrogénio por eletrólise da água; (ii) condicionantes de uso do solo para a implementação das unidades de produção de hidrogénio verde, e (iii) fatores que potenciam a comercialização do hidrogénio produzido.
Com base nesta ferramenta de “Atlas Nacional do H2 Verde Sustentável” aqui apresentam-se 4 mapas referentes a 4 cenários que identificam as “melhores” zonas para produção de hidrogénio verde de acordo com o racional de base de cada um destes cenários. Os 4 mapas representam os seguintes cenários: cenário A Diversificado, cenário B Seca e Rede de Gás e Transportes; cenário C Seca e consumidores de gás; cenário D Prospetivo.
Cada cenário das melhores localizações de produção de hidrogénio verde foi construído com base em 3 sub-índices (i) proximidade de fontes de água, (ii) proximidade de fontes de energia e (iii) facilidade de colocação do H2 verde no mercado. O sub-índice de água é constituído por um máximo de 7 indicadores relativos à localização das seguintes fontes de água identificadas: massas de águas superficiais, estações de tratamento de águas residuais (ETARs), rede pública de abastecimento, água subterrânea, água do mar, irrigação com fins múltiplos, índice de escassez de água. O sub-índice de energia é constituído por um máximo de 6 indicadores, nomeadamente: exposição ao recurso solar, exposição ao recurso eólico onshore, exposição ao recurso eólico offshore, proximidade aos produtores de bioeletricidade, proximidade aos produtores de hidroeletricidade, proximidade à ligação à rede elétrica. Finalmente, o sub-índice do mercado é constituído por um máximo de 5 indicadores, entre os quais, a proximidade a: consumidores potenciais de H2 – indústria, consumidores potenciais de H2 – transporte, consumidores potenciais de H2 como matéria-prima, grandes fontes emissoras de CO2.
Cada cenário final exclui da localização de projetos a ocupação do solo que se revela desadequada. Não se incluem para já a exclusão de zonas referentes: as servidões e restrições de utilidade pública, as áreas de RAN e REN, os Planos Ordenamento do terriório, PDM, as zonas de perigosidade SEVESO, as zonas protegidas no âmbito da Diretiva Quadro da Água, a sismicidade, as zonas de risco de cheia e/ou geologicamente instáveis (erosão, deslizamento, etc).
Este Atlas não dispensa a análise detalhada dos projetos a localizar ao abrigo da legislação aplicável. A informação geográfica de base utilizada tem limitações inerentes no que respeita a data, escala, resolução e fontes. Além disso, a avaliação de viabilidade para um projeto concreto requer informação detalhada que extravasa as variáveis constantes neste Atlas e tem em conta outros fatores de decisão e de conformidade legal, que não podem ser considerados a esta escala.
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3 anosLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Áreas menos sensíveis com vista à potencial instalação de unidades de geração de eletricidade solar e eólica
Este produto foi desenvolvido pelo LNEG com vista à futura identificação de “Go-To Areas” para a localização de unidades de produção de energia renovável em Portugal Continental. O trabalho decorreu no âmbito de um Grupo de Trabalho informal, coordenado pelo LNEG e envolvendo: a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG), a Direção Geral do Território (DGT), o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Direção Geral do Património Cultural (DGPC).
O mapa identifica as áreas em m2 de Portugal Continental com menor sensibilidade (ambiental, patrimonial e outros) e que como tal poderão vir a ser consideradas na definição de futuras "Go-To Areas" renováveis no quadro da revisão da Diretiva RED (Renewable Energy Directive). Nestas áreas, uma vez que não estão abrangidas por condicionantes de exclusão no que respeita a preservação de valores ambientais e patrimoniais (entre outros), poderá ser instituído um processo de licenciamento de centros eletroprodutores renováveis (solar fotovoltaico e eólico) simplificado, permitindo deste modo acelerar a sua implementação sem comprometer outros valores ambientais e territoriais. As áreas mapeadas são áreas preferenciais do ponto de vista de simplificação do processo de licenciamento, mas não são exclusivas. Ou seja, podem ser implementados centros eletroprodutores noutros locais seguindo o processo normal de licenciamento.
Deve notar-se que os resultados apresentados traduzem a situação à data de à data de junho de 2023, sendo que muita da informação utilizada tem um caráter dinâmico pelo que este produto deverá ser atualizado periodicamente.
Este documento é complementado com vários ficheiros eletrónicos do Sistema de Informação Geográfica (SIG) contendo os dados de suporte produzidos/compilados e recolhidos.
Por fim e não menos importante, este primeiro mapeamento foca exclusivamente as áreas não artificializadas. Embora seja fundamental para o país a implementação de renováveis de forma distribuída em ambiente construído/artificializado, a análise desse âmbito é feita noutro trabalho.
44% Qualidade dos metadados
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