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435 resultados
2 mesesMunicípio de Ponte de Lima
Município de Ponte de Lima
O município de Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo, é a vila mais antiga de Portugal, com foral de 1125. Situado na região do Alto Minho, é conhecido pela sua rica história, tradições seculares, beleza natural e gastronomia.
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2 mesesMunicípio de Ponte da Barca
Município de Ponte da Barca
Muncípio de Ponte da Barca
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2 mesesMunicípio de Gavião
Município de Gavião
Câmara Municipal de Gavião
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2 mesesMunicípio de Viana do Castelo
Município de Viana do Castelo
A Câmara Municipal de Viana do Castelo é o órgão autárquico deste concelho e tem por missão definir e executar políticas tendo em vista a defesa dos interesses e satisfação das necessidades da população local. Nesse sentido, cabe-lhe promover o desenvolvimento do município em todas as áreas da vida, como a saúde, a educação, a acção social e habitação, o ambiente e saneamento básico, o ordenamento do território e urbanismo, os transportes e comunicações, o desporto e cultura, a defesa do consumidor e a protecção civil.
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2 mesesMunicípio da Maia
Município da Maia
O Município da Maia é uma divisão administrativa local em Portugal, no distrito do Porto, região Norte, integrado na Área Metropolitana do Porto.
Tem como sede a cidade da Maia, e inclui várias freguesias que compõem o concelho.
Morada: Praça do Doutor José Vieira de Carvalho
4474-006 Maia
Telefone: 229 408 600
E-mail: geral@cm-maia.pt
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2 mesesMunicípio de Borba
Município de Borba
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2 mesesComunidade Intermunicipal do Alentejo Central
Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central
Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central
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2 mesesMunicípio de Vila Nova de Famalicão
Município de Vila Nova de Famalicão
Localizado bem no coração do Minho, Vila Nova de Famalicão beneficia da beleza de uma paisagem verdejante, marcada por montes e vales. Nascido para a história em 1205, com atribuição do foral pelo rei D. Sancho I, o concelho famalicense é, atualmente, um importante polo cultural, industrial, comercial e agro-pecuário.
É um dos concelhos mais empreendedores do país. O dinamismo da sua juventude, a eficiência e diversidade da sua mão-de-obra, a qualidade de vida e o crescimento sustentado fazem de Famalicão um concelho com futuro.
Com empresas que são referência nacional e internacional nos sectores do têxtil, do calçado, da alimentação, das obras públicas e da produção de pneus, Famalicão é, sem dúvida, um concelho com marca!
Terra da cultura e do conhecimento é também a terra do grande romancista Camilo Castelo Branco. Mas Famalicão é uma cidade do presente e, sobretudo, do futuro, destacando-se pelo dinamismo da sua política cultural, nomeadamente através da programação contemporânea da Casa das Artes.
Bom para viver, bom para investir, o município tem como cartão-de-visita o Parque verde da Devesa, considerado o “pulmão” da região Norte. São 23 hectares de espaço verde, cruzado por um rio agora despoluído, um lago e vários equipamentos culturais.
A identidade famalicense é reforçada pelas suas tradições, que fazem de Famalicão um concelho genuíno e atrativo, sendo a gastronomia (com os seus rojões à moda do Minho, o arroz de pica no chão e o cabrito assado no forno), o artesanato (onde se destaca as artes da cestaria, olaria e talha) e o património histórico os principais produtos turísticos. Todo este espólio cultural reflete-se nos inúmeros museus e espaços culturais que se espalham pelo município.
Por tudo isto, e muito mais Famalicão é, sem dúvida, um destino obrigatório seja para visitar, para investir ou para viver!
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2 mesesMunicípio de Ponte de Sor
Município de Ponte de Sor
Ponte de Sor é uma cidade portuguesa no distrito de Portalegre, na região do Alentejo e na sub-região do Alto Alentejo, com cerca de 7000 habitantes. É a terceira maior cidade do distrito de Portalegre.
É sede de um município com 839,71 km² de área e 16 722 habitantes , subdividido em 5 freguesias, a saber, Foros de Arrão, Galveias, Longomel, Montargil e União das freguesias de Ponte de Sor, Tramaga e Vale de Açor.
O município é limitado a nordeste pelos municípios de Gavião e Crato, a leste por Alter do Chão, a sueste por Avis, a sul por Mora, a sudoeste por Coruche e a noroeste por Chamusca e Abrantes.
O nome de Ponte de Sor deriva do monumento de origem provavelmente romana construído sobre a Ribeira de Sor, em cuja margem direita a cidade se situa. É possível que essa primeira ponte, de que hoje não restam quaisquer vestígios, tenha integrado uma das vias romanas que ligavam Mérida (Emerita Augusta), capital da província da Lusitânia, a Lisboa (Olissipo).
Os vestígios arqueológicos e as fontes documentais indicam que, após a queda do Império Romano, o território do atual concelho perdeu importância e, encontrando-se numa zona de conflitos constantes durante a Reconquista, só voltou a ser povoado no século XIV, sob o incentivo de D. Dinis. Nos séculos seguintes, o lugar e, depois, vila de Ponte de Sor recebeu privilégios de vários monarcas e foi-lhe outorgado o Foral Manuelino em 29 de Agosto de 1514.
Ignora-se quando é que a primeira ponte construída sobre a Ribeira de Sor ruiu, mas é certo que no século XVIII não existiam mais do que vestígios dessa estrutura. A travessia da Ribeira era feita através de um caminho a jusante da Ponte hoje existente e de uma barca, cuja exploração era arrendada a terceiros pelo Município.
A atual Ponte foi construída em 1822-1823, no reinado de D. João VI. Parte dela ruiu durante uma cheia poucas décadas depois e foi recuperada (1867), substituindo-se os arcos destruídos, no leito da Ribeira, por três grandes arcos de cantaria, que se mantêm até aos nossos dias.
Ponte de Sor, situada num ponto de confluência das rotas norte-sul e este-oeste, nasceu e desenvolveu-se como local de passagem. O seu núcleo histórico situa-se junto à Ribeira e à Ponte, em torno do edifício dos antigos Paços do Concelho e da primitiva Igreja Matriz (ruiu no final do século XIX e localizava-se no largo em frente ao Mercado Municipal). Na Rua Grande (hoje Rua Vaz Monteiro), no seguimento da Ponte, situar-se-iam mais do que uma estalagem e o Hospital da Santa Casa da Misericórdia, destinados a acolher e a tratar os viandantes.
O concelho de Ponte de Sor atingiu a sua extensão atual no século XIX, com a anexação dos de Galveias (1836) e Montargil (1871), e a vila conheceu uma expansão progressiva e quase constante desde o final de oitocentos. Para tal muito contribuíram a chegada do caminho-de-ferro, nos anos de 1860, sendo a Estação de Ponte de Sor uma das mais importantes da Linha do Leste, e a indústria, em especial a corticeira, que se instalou nos últimos anos do século XIX e nos primeiros do XX.
Resultado do desenvolvimento registado ao longo do século XX, a vila de Ponte de Sor foi elevada a cidade em 8 de julho de 1985. Implantada num importante nó estratégico, no cruzamento rodoviário entre Lisboa, Beiras e Alentejo, é atualmente uma referência para a indústria corticeira mundial, integrando ainda empresas ligadas aos ramos aeronáutico, de transformação de produtos agrícolas, de construção civil, entre outros. O concelho de Ponte de Sor ocupa hoje a área total de 839.230 km2 e tem uma população de cerca de 17.000 habitantes.
Em relação ao património arqueológico e arquitetónico do concelho, são de assinalar, em primeiro lugar, numerosos vestígios que comprovam a presença humana nesta região desde a Pré-História, merecendo especial destaque o Núcleo Megalítico de Montargil, que inclui várias antas. Da época romana, subsistem a Necrópole de Santo André (Montargil), de 50 a 120 d.C., os marcos miliários da via Lisboa/Mérida, para além de outros testemunhos epigráficos e ligados ao quotidiano (cerâmica comum, materiais de construção). A quase ausência de vestígios do período medieval poderá explicar-se pela instabilidade a que estaria sujeita esta zona durante as lutas da Reconquista. Contudo, junto à Ribeira de Sor, podem ver-se os restos adulterados de uma cerca mandada construir por D. Duarte, que já estava começada em 1438 e nunca chegou a ser concluída.
Da época moderna, são de salientar os vários exemplares de arquitetura religiosa existentes nas três freguesias do concelho, sobretudo dos séculos XVII e XVIII e sob a forma de pequenas igrejas e capelas rurais, obedecendo a um modelo simples. As construções mais destacadas são a Igreja da Misericórdia de Montargil, que remonta a 1578, a Igreja Matriz da mesma vila, cuja Sacristia ostenta uma Janela gradeada no exterior em ferro forjado do século XVII, e principalmente o conjunto da Misericórdia de Galveias, com Igreja e Consistório, do século XVIII, classificado como Imóvel de Interesse Público, desde 1977. Na cidade de Ponte de Sor, destaca-se a Capela de São Pedro, já existente no início de setecentos e que funcionou como Matriz no período entre a ruína da primitiva Igreja e a inauguração da atual (1887-1903). No plano da arquitetura civil, é de referir ainda em Ponte de Sor a Fonte da Vila, junto à Ponte, que data possivelmente de meados do século XVIII (reinado de D. João V).
Ao período contemporâneo, pertencem alguns exemplares de arquitetura religiosa, como a Capela do Senhor das Almas, em Ponte de Sor, que datará do século XIX, ou a Igreja Matriz da atual cidade, inaugurada em 1903. A nível civil, destaca-se a já referida Ponte sobre a Ribeira de Sor, construída em 1822-23 e alterada em 1867, depois de uma ruína parcial, e em 2004, para alargamento do tabuleiro. Salientam-se do mesmo modo alguns prédios urbanos de dimensões consideráveis e arquitetura eminente no plano local, com funções públicas e privadas, nomeadamente, o antigo edifício dos Paços do Concelho de Ponte de Sor, construído em 1886 e aumentado em 1894, albergando a Câmara Municipal, o Tribunal da Comarca e a Cadeia Municipal; bem como as casas residenciais oitocentistas das famílias Góis, em Ponte de Sor (na Rua Vaz Monteiro), e Braga, em Galveias (em frente à Igreja Matriz). Já do século XX, vale ainda a pena referir, em Ponte de Sor, os edifícios do Teatro-Cinema e do Hospital Vaz Monteiro, pertencente à Misericórdia, inaugurados em 1936.
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2 mesesMunicípio de Melgaço
Município de Melgaço
A Câmara Municipal de Melgaço é o órgão executivo do município e tem por missão definir e executar políticas que promovam o desenvolvimento do Concelho em diferentes áreas.
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2 mesesMunicípio de Espinho
Município de Espinho
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2 mesesMunicípio de Valongo
Município de Valongo
UM TERRITÓRIO COM IDENTIDADE
Valongo apostou numa estratégia inovadora de promoção do concelho criando logomarcas que reforçam a nossa identidade e nos diferenciam dos outros territórios: serras e rios, regueifa e biscoito, ardósia, brinquedo tradicional português, bugiadas e mouriscadas e santuário, a que se juntaram mais três marcas identitárias das nossas gentes e do nosso território: as trilobites, os romanos e os ferroviários.
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2 mesesMunicípio de Paredes de Coura
Município de Paredes de Coura
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2 mesesMunicípio da Moita
Município da Moita
Autarquia local para a gestão do território municipal da Moita.
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2 mesesMunicípio de Aljustrel
Município de Aljustrel
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2 mesesMunicípio de Valença
Município de Valença
Município de Valença
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2 mesesMunicípio de Vila Nova de Cerveira
Município de Vila Nova de Cerveira
O Município de Vila Nova de Cerveira, localizado no distrito de Viana do Castelo e integrado na Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, destaca-se pela sua vocação criativa, empreendedora e transfronteiriça, fruto da proximidade com a Galiza.
Com cerca de 9.000 habitantes e 108 km², o concelho é reconhecido como “Vila das Artes”, aliando tradição cultural à aposta na inovação e sustentabilidade.
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2 mesesMunicípio de Sousel
Município de Sousel
Município de Sousel - Câmara Municipal
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2 mesesComunidade Intermunicipal do Alto Minho
Comunidade Intermunicipal do Alto Minho
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, também designada por CIM Alto Minho, foi constituída a 15 de outubro de 2008 como pessoa coletiva de direito público, ao abrigo da Lei n.º 45/2008 de 27 de agosto, que estabelece o regime jurídico do associativismo municipal, englobando os municípios que correspondem à Unidade Territorial Estatística de Nível III (NUT III) do Alto Minho: Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte do Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. É regida atualmente pela Lei 75/2013 de 12 de setembro, que, entre outros, aprova o novo estatuto das entidades intermunicipais e estabelece o regime jurídico de transferência de competências do Estado para as entidades intermunicipais.
Herdeira da longa e rica experiência de associativismo intermunicipal desenvolvida, durante a década de 90, pelas Associações de Municípios e Gabinetes de Apoio Técnico dos Vales do Minho e Lima e, depois de 2004, pela Comunidade Urbana Valimar e pela Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho, a CIM Alto Minho tem como propósito fundador fazer do Alto Minho "um espaço de excelência ambiental com capacidade de desenvolver uma nova conjugação de recursos e atividades turísticas, de energias renováveis, de acolhimento empresarial e de provisão de serviços de proximidade com qualidade e modernidade, que respondam aos desafios de competitividade, coesão e sustentabilidade”.
Atualmente, a CIM Alto Minho rege-se pela Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro, que estabelece o regime jurídico das autarquias locais, que aprova o estatuto das entidades intermunicipais, estabelece o regime jurídico da transferência de competências do Estado para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais e aprova o regime jurídico do associativismo autárquico, nos termos dos seus estatutos, republicados para conformação com o seu novo estatuto legal, republicados no Diário da República, 2.ª série - N.º 175 de 11 de setembro de 2014.
As suas principais atribuições incidem na promoção do planeamento e da gestão da estratégia do desenvolvimento económico, social e ambiental do território abrangido; articulação dos investimentos municipais de interesse intermunicipal; participação na gestão de programas de apoio ao desenvolvimento regional; planeamento das atuações de entidades públicas, de carácter supramunicipal.
Assegura também a articulação das atuações entre os municípios e os serviços da administração central, nas seguintes áreas: redes de abastecimento público, infraestruturas de saneamento básico, tratamento de águas residuais e resíduos urbanos; rede de equipamentos de saúde; rede educativa e de formação profissional; ordenamento do território, conservação da natureza e recursos naturais; segurança e proteção civil; mobilidade e transportes; redes de equipamentos públicos; promoção do desenvolvimento económico, social e cultural; e rede de equipamentos culturais, desportivos e de lazer.
Cabe também à CIM, nos termos da atual Lei, exercer as atribuições transferidas pela administração estadual e o exercício em comum das competências delegadas pelos municípios que a integram, assim como designar os representantes das autarquias locais em entidades públicas e entidades empresariais sempre que a representação tenha natureza intermunicipal.
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2 mesesMunicípio de Monção
Município de Monção
Município de Monção
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