Conjuntos de dados
Explore conjuntos de dados abertos de diversas origens, temas e em diferentes formatos, e utilize-os como base para novos estudos e insights.
Exemplos: "educação", "saúde pública", "ambiente"
1008 Resultados
25 diasSecretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura / Madeira
Eixos de Via da Região Autónoma da Madeira (RAM)
Este conjunto de dados compreende a cartografia vetorial dos Eixos de Via da Região Autónoma da Madeira (RAM), integrando o tema "Transportes" do projeto de Cartografia Topográfica Vetorial (Nível de Detalhe 2 - NdD2) dos 11 municípios da AMRAM. A informação geométrica e estrutural dos eixos de via foi produzida através de restituição fotogramétrica tridimensional rigorosa, tendo como base a cobertura aérea digital regional de 2018/2019 (GSD de 0,10 m). Os dados lineares representam os eixos de simetria das vias de comunicação, garantindo a continuidade topológica e a consistência altimétrica (3D) necessárias para a futura modelação digital e análise de redes de transportes. Esta informação encontra-se estruturada em Base de Dados Geográfica, em total conformidade com as Especificações Técnicas da RAM v1.1, estando integrada nos Conjuntos de Dados de Elevado Valor (HVD) ao abrigo do Regulamento de Execução (UE) 2023/138. A cartografia original foi homologada pela DROTe a 28-06-2022.
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1 mêsSecretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública / Governo dos Açores
Postos de Atendimento ao Cidadão, Rede Integrada de Apoio ao Cidadão (RIAC) existentes na Região Autónoma dos Açores (RAA)
Localização dos Postos de Atendimento ao Cidadão, existentes nos Açores, rede RIAC.
33% Qualidade dos metadados
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6 diasLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Modelo estrutural da Bacia do Baixo Tejo
Nove superfícies crono-estratigráficas (topos) obtidas a partir de dados de reflexão sísmica calibrados por furos de sondagem e interpretadas com dados geológicos e outros dados geofísicos produzidos no âmbito de uma tese de doutoramento.
67% Qualidade dos metadados
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6 diasLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Atlas do Biometano para Portugal Continental
O Atlas do Biometano serve para apoiar a identificação de locais mais favoráveis à implementação de unidades de produção de biometano tendo em conta a proximidade a fontes de biogás (potenciais produtores), a potenciais consumidores e/ou à rede de gás. É desenvolvido em software SIG para Portugal Continental. A análise é feita para a identificação de clusters de produtores/consumidores em proximidade tendo em conta a divisão do país numa malha de 20km2 (278 quadrículas em Portugal continental). Para cada um destes foi estimada a atual quantidade potencial de produção de metano em m3/ano para os seguintes tipos de potenciais produtores: (1) Resíduos e Águas residuais: aterros de resíduos urbanos, aterros de resíduos industriais e ETARs; (2) Agroindústria: Outros produtos alimentares; Leite; Cervejeiras; Matadouros; Tomate; Sumos / Saladas; Casca Arroz e Frutos Secos; (3) Lagares e Adegas: Bagaço de azeitona; Lagares; Adegas e Destilarias; (4) Pecuária Intensiva: Aves; Ruminantes e Suínos; (5) Sobrantes agrícolas: Tomate; Milho; Arrozal; podas de Olival; podas de Pomares e podas de Vinha. No que respeita a potenciais consumidores, considerou-se: (1) Refinarias e Centrais Combustão CCGTs; (2) Indústria: Vidro; Química; Cimento; Cerâmica; Papel / Cartão; Agroalimentar e Têxtil; (3) Postos de abastecimento de gás veicular; (4) UAGs – Unidades Autónomas de Gás e (5) Pontos de injeção na rede de gás natural. Foi desenvolvido um índice adimensional que caracteriza cada quadrícula quanto à sua aptidão e que varia de 0 a 100 (100 é maior/melhor). O índice pode ser visualizado apenas para os produtores, para consumidores e para a combinação de produtores e consumidores. Uma quadrícula com muitos potenciais produtores de elevados volumes de biometano e potenciais consumidores terá um valor mais elevado no índice. Mostra-se ainda a localização dos projetos de produção e as zonas com limitações para aplicação de digeridos em solos. O Atlas não substitui a análise caso a caso da localização de projetos, nem o licenciamento dos mesmos. Deve ser utilizado como informativo. A análise à escala que é utilizada encontra-se limitada pela resolução e precisão da informação de base utilizada.
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6 diasLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Zonas potencialmente favoráveis ao Armazenamento Geológico de CO2 em Portugal
Delimitação de áreas e identificação de formações geológicas com potencialidades para armazenar CO2 em Portugal continental e na respetiva Zona Económica Exclusiva (ZEE). As áreas foram obtidas a partir da conjugação de dados históricos (sondagens mecânicas de pesquisa de petróleo e respetivas diagrafias e prospeção geofísica através do método sísmica de reflexão), da interpretação litoestratigráfica, dos requisitos para o armazenamento em aquíferos salinos, bem como de uma atualização dos resultados dos projetos COMET, CO2STOP e HYSTORIES, efetuada no âmbito do projeto CSA-GSEU (WP3 Geoenergia, subgrupo temático Armazenamento de CO2 e Hidrogénio).
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5 mesesDireção-Geral do Território
Carta de Ocupação do Solo Conjuntural - 2025
Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público..
A Carta de Ocupação de Solo Conjuntural (COSc) é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS. (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos)
A COSc, anteriormente designada por Carta de Ocupação do Solo Simplificada (COSsim), foi criada com o objetivo de fornecer informação complementar à Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS), tendo uma frequência de produção e atualização anual, e um formato raster com pixels de 10 m. A COSc conta com a primeira edição para o ano de 2018 e é atualizada anualmente a partir da edição de 2020.
A nomenclatura da COSc2018 é composta por três níveis de detalhe temático crescente, com 6, 9 e 13 classes nos níveis 1, 2 e 3, respetivamente. A produção da COSc2020 introduziu uma melhoria no detalhe temático na classe de agricultura, sendo esta dividida em três classes, resultando em 15 classes no nível 3. A nomenclatura da COSc e a descrição das classes é apresentada no documento Nomenclatura COSc (https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/documentos-publicos/Nomenclatura_COSc.pdf). Os limites da COSc na fronteira com Espanha são os da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP) versão 2018 e na zona costeira é utilizado um buffer de cerca de 2 km a partir da linha de costa.
A COSc é produzida através de tecnologias espaciais e Inteligência Artificial, que inclui algoritmos de machine learning e regras de conhecimento pericial para classificar automaticamente séries multiespectrais e intra-anuais de dados de imagens óticas de satélite Sentinel-2. Para realizar este processo é construída uma base de dados espectral formada por compósitos mensais, índices espectrais e métricas intra-anuais de imagens Sentinel-2 para o ano agrícola em análise (i.e., de outubro 2019 a setembro 2020 para a COSc2020). A base de dados de treino de cada classe para a classificação automática é obtida por processamento automático de informação auxiliar e por fotointerpretação.
A metodologia da COSc é adaptável ao ano da cartografia, existindo dois casos distintos. O primeiro consiste na produção da COSc para anos de referência, sendo este conceito associado à existência de uma versão da COS e ortofotomapas, como é o caso de 2018. O segundo caso consiste na produção da COSc para os anos intercalares, para os quais não existe uma versão da COS nem ortofotomapas, como é o caso de 2020. A COSc de referência beneficia da existência de mais informação de base e encontra melhores condições para a sua produção. A COSc intercalar está condicionada à informação existente e prevista de ser aplicada sempre que os ortofotomapas e uma versão atual da COS não estão disponíveis. Nos anos de referência será também produzida uma primeira versão da COSc com a aplicação da metodologia de produção das COSc intercalares. Para os anos de referência, a COSc final será produzida depois da produção da COS, promovendo-se a articulação entre a COS e a COSc.
A metodologia de produção da COSc de referência pode ser consultada em Costa et al. (2022). As COSc intercalares são produzidas com base em metodologias de deteção e classificação de alterações com base em séries interanuais e intra-anuais de imagens do Sentinel-2. Nas áreas sem alterações a cartografia mantém a classe de ocupação do solo do ano anterior, garantindo-se a consistência espaciotemporal da série cartográfica.
A versão atual da COSc2018 tem uma exatidão global de 83.0% (±3.1%), estimada com base numa amostra com 4018 pontos e para um nível de confiança de 95%. As COSc subsequentes não foram validadas, mas as suas exatidões globais deverão ser próximas da exatidão global da COSc2018.
Uma comparação entre duas COSc (e.g., 2024 e 2025) não revela nem poderia revelar, todas as alterações que ocorreram no território devido à metodologia usada. Com efeito, a COSc intercalar capta dinâmicas anuais e por isso é normal que algumas alterações de ocupação não sejam representadas. Por exemplo, novas áreas urbanas ou novas áreas de culturas permanentes não são representadas na COSc intercalar (e.g., COSc2020). Assim, uma zona coberta de vegetação que seja cortada para dar lugar a edificações poderá permanecer representada como Superfície sem vegetação. Da mesma forma, novas áreas agrícolas, nomeadamente novas plantações de pomares, poderão ser representadas como Superfície sem vegetação ou Vegetação herbácea espontânea que predominam nessas áreas relativamente às copas das árvores de dimensões ainda reduzidas. O mapeamento das alterações do solo é dependente das observações feitas por satélite que poderão demorar algum tempo até captar um sinal espectral suficientemente estável que permita a sua classificação na classe de ocupação do solo mais adequada. Estas dinâmicas entre as classes são efetivadas nas COSc de referência, beneficiando-se da disponibilização de informação auxiliar mais completa, como os ortofotomapas e a COS. Importa também ter presente que certos elementos da superfície de dimensões próximas ao tamanho do pixel podem não estar representados na COSc quer por não serem observáveis por satélite quer por terem sido generalizados no âmbito da aplicação de regras de conhecimento pericial.
A produção de uma nova COSc (e.g., 2025) inclui uma revisão da COSc do ano anterior (e.g., 2024) para assegurar a compatibilidade espaciotemporal entre as duas cartas mais recentes. A COSc revista do ano anterior passa a estar disponível no SNIG como indicado acima. De referir que a COSc2025 beneficiou da cobertura obtida em 2024 pela DGT com tecnologia LiDAR (Light Detection And Ranging) aerotransportada, permitindo identificar edifícios com grande detalhe e melhorar a representação da classe Territórios artificializados, o que foi transferido igualmente para a COSc2024 durante o processo de compatibilização. É importante referir que a primeira versão da COSc 2025 com edifícios da cobertura LiDAR não incluía edifícios numa região do Noroeste, que abrange o Alto Minho, Cávado, Ave e grande parte da Área Metropolitana do Porto e Tâmega e Sousa. A versão atualmente disponível já inclui os edifícios atualizados para todo o território continental. As restantes COSc mais antigas não são harmonizadas com as duas mais recentes porque seria um processo demorado, tendo a DGT decidido por favorecer a rapidez da atualização e disponibilização da cartografia. Ainda assim, apesar do esforço para se garantir a consistência espaciotemporal entre as duas COSc mais recentes, é natural que uma comparação entre duas COSc (e.g., 2025 e 2024) ainda revele diferenças que não correspondem a alterações reais. Por exemplo, alternância entre culturas de outono/inverno e primavera/verão poderá ser influenciada por variações meteorológicas e práticas agrícolas interanuais que modificam a fenologia da vegetação captada pelos satélites e que ainda não estão bem acomodadas nos algoritmos. Note-se, contudo, que todas estas questões têm uma expressão territorial reduzida relativamente à totalidade da área cartografada.
A COS continua a ser a cartografia de referência para planeamento e não deve ser substituída pela COSc. Importa ter sempre presente que a COSc retrata a ocupação do solo num ano específico e não o uso do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. A COSc é, portanto, uma cartografia de conjuntura, pelo que, em planeamento e gestão a médio prazo, a cartografia relevante continua a ser a COS. A COSc poderá ser útil em exercícios de planeamento e programação conjuntural.
Os utilizadores são incentivados a reportarem para smos@dgterritorio.pt uma análise crítica sobre a utilização da cartografia.
Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
Citação:
Costa, H.; Benevides, P.; Moreira, F.D.; Moraes, D.; Caetano, M., 2022. Spatially Stratified and Multi-Stage Approach for National Land Cover Mapping Based on Sentinel-2 Data and Expert Knowledge. Remote Sensing, 14, 1865, doi:10.3390/rs14081865 (https://doi.org/10.3390/rs14081865)
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6 diasLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Falhas Ativas Quaternárias da Ibéria (QAFI)
Base de dados de Falhas Ativas no Quaternário da Península Ibérica. QAFI desempenha um contributo fundamental para o estudo da perigosidade sísmica, como o repositório mais atualizado da informação sismotectónica sobre falhas na Península Ibérica com atividade nos últimos 2,6 Ma.
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6 mesesInstituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P - ICNF
Dados Aquariport - Abundância de espécies piscícolas
Os dados AQUARIPORT corresponde às estações de amostragem incluídas no Programa Nacional de Monitorização de Recursos Piscícolas e de Avaliação da Qualidade Ecológica de Rios, onde se mostra a composição e abundância das espécies piscícolas.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Estruturas de Defesa Costeira (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa as "Estruturas de Defesa Costeira" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.6 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Áreas de Reserva do Regime da Apanha (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa os "Áreas de Reserva do Regime da Apanha" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Zonas de Observação de Cetáceos (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa os "Zonas de Observação de Cetáceos" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Locais de Prática de Surf, SUP e Windsurf (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa os "Locais de Prática de Surf, SUP e Windsurf" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Pontos da Prática de Canyoning na Orla Costeira (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa os "Pontos da Prática de Canyoning na Orla Costeira" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7.1A - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Localização dos Portos e Núcleos de Pesca (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa a "Localização dos Portos e Núcleos de Pesca" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7.2 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Locais Indicativos de Zonas de Treino de Vela e Campos de Regatas (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa os "Locais Indicativos de Zonas de Treino de Vela e Campos de Regatas" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Localização dos Portos de Abrigo (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa a "Localização dos Portos de Abrigo" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Marinas e Núcleos de Recreio Náutico (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa a localização e àrea afeta a "Marinas e Núcleos de Recreio Náutico" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.6 e Ficha 15A - Equipamentos e Infraestruturas da secção A.8 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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6 mesesSecretaria Regional do Mar e das Pescas / Governo dos Açores
Localização Histórica de Boias Marítimo-Turísticas em Santa Maria (PSOEM-Açores)
Este conjunto de dados geográficos representa a "Localização Histórica de Boias Marítimo-Turísticas em Santa Maria" na Região Autónoma dos Açores, de acordo com a secção A.7 - Vol. III - A do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para a Subdivisão dos Açores (PSOEM-Açores), aprovado e publicado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 136/2024, de 16 de outubro.
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7 mesesSecretaria Regional de Turismo, Ambiente e Cultura / Madeira
Modelo Digital do Terreno (MDT) da Ilha da Madeira
O objectivo deste conjunto de dados é ter a RAM coberta por um Modelo Digital de Terreno em formato digital, permitindo criar mapas de declives, zonas de exposição, entre outros produtos. O MDT tem a resolução de grelha de 10 metros.
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7 mesesSecretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas / Governo dos Açores
Restauração em funcionamento na Região Autónoma dos Açores (RAA)
Este conjunto de dados geográficos representa a restauração existente na Região Autónoma dos Açores
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