Conjuntos de Dados
Explore conjuntos de dados abertos de diversas origens, temas e em diferentes formatos, e utilize-os como base para novos estudos e insights.
850 results
13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha do Faial - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha do Faial, cerca de 138 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial aproximada de 8 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada nos meses junho e julho do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 26 (Grupo Central), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Horta (Grupo Central do Arquipélago dos Açores).
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13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha das Flores - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha das Flores, cerca de 126 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial aproximada de 8 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada no meses de junho e julho do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 25 (Grupo Ocidental), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Santa Cruz das Flores (Grupo Ocidental do Arquipélago dos Açores).
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13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha Graciosa - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha da Graciosa, cerca de 58 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial aproximada de 8 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada no mês de maio do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 26 (Grupo Central e Oriental), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Base SW - Graciosa (Grupo Central do Arquipélago dos Açores).
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13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha Terceira - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha Terceira, cerca de 298 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial média de 8 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada nos meses junho, julho e agosto do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 26 (Grupo Central), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Cais da Figueirinha (Grupo Central do Arquipélago dos Açores).
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13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha do Pico - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha do Pico, cerca de 334 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial média de 8 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada nos meses de junho, julho e agosto do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 26 (Grupo Centrall), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Cais da Madalena (Grupo Central do Arquipélago dos Açores).
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13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha de São Miguel - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha de São Miguel, cerca de 550 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial aproximada de 8 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada nos meses XXXXX do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 26 (Grupo Oriental), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Ponta Delgada (Grupo Oriental do Arquipélago dos Açores).
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13 diasSecretaria Regional do Ambiente e Ação Climática / Governo dos Açores
Ortofotomapas com resolução 10 cm da ilha de São Jorge - 2024 - Região Autónoma dos Açores (RAA)
Cartografia Topográfica de Imagem com 10 cm da ilha de São Jorge, cerca de 215 ortofotomapas com 4 bandas (RGB-IV). Executados a partir de uma cobertura aerofotogramétrica com resolução espacial média de 6,5 cm (GSD). Esta cobertura foi efetuada nos meses junho, julho e agosto do ano 2024. Esta informação encontra-se no Sistema de Referência PTRA08-UTM/ITRF93, fuso 26 (Grupo Centrall), e a referência vertical é o Datum Altimétrico Cais das Velas (Grupo Central do Arquipélago dos Açores).
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18 diasInstituto Hidrográfico
Linhas Isobatimétricas (400, 800 m)
Este Conjunto de Dados Geográficos (CDG) contém as linhas isobatimétricas dos 400m e dos 800m (Portugal Continental), as quais servem de base aos Artigos 1º e 2º do REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2022/1614 DA COMISSÃO de 15 de setembro de 2022 (https://eur-lex.europa.eu/eli/reg_impl/2022/1614/oj) que define as zonas de pesca de profundidade existentes e estabelece uma lista das zonas que abrigam ou podem abrigar ecossistemas marinhos vulneráveis.
Os valores de profundidade são referidos ao Zero Hidrográfico (ZH) (EPSG: 10349 - ZH Portugal Depth (Vertical CRS)) (https://www.hidrografico.pt/paginas-genericas/dt/dhi/cartografia/zero-hidrografico-zh).
Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público.
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1 mêsDireção-Geral do Território
Ortofotos 25 cm - Portugal Continental - 2025
Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público.
Cobertura Regular de ortofotos de 25 cm. Ortoimagens do território de Portugal continental, obtidas por mosaico de fotografias aéreas ortorretificadas, adquiridas com câmara fotogramétrica digital, com resolução espacial (GSD) de 0,25 m, com quatro bandas espetrais (RGB+NIR). Este conjunto de dados compreende uma divisão em ficheiros de 8 km x 5 km nas direções E-O e N-S, respetivamente. A qualidade posicional deste conjunto de dados cumpre os requisitos constantes nas “normas e especificações técnicas para a cartografia topográfica vetorial e de imagem de grande escala”, modelo CartTop. A fotografia aérea foi recolhida em 4 lotes adjacentes numerados de 1 a 4 (sentido Norte-Sul): Lote 4 do extremo Sul até à coordenada P=-120 000 m; Lote 3 da coordenada P=-120 000 m até à coordenada P=-6000 m; Lote 2 da coordenada P=-6000 m até à coordenada P=133 000 m; Lote 1 da coordenada P=133 000 m até ao extremo Norte. Para os Lotes 1, 2 e 4 foi usada a câmara Vexcel Ultracam Eagke-M4-f90, para o Lote 3 foi usada a câmara UltraCam Falcon F100. As datas de aquisição para cada lote são: Lote 1 -31/03/2025 a 26/07/2025, Lote 2 - 29/03/2025 a 26/07/2025, Lote 3 - 26/04/2025 a 15/07/2025, Lote 4 - 24/05/2025 a 25/07/2025.
Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (WMS) pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
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2 mesesDireção-Geral do Território
Carta de Ocupação do Solo Conjuntural - 2026 Pré-Verão
A Carta de Ocupação de Solo Conjuntural (COSc) é um produto anual do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS) e a edição pré-verão é uma atualização adicional com o objetivo de fornecer informação ao setor florestal português no início do verão.
A COSc2026 pré-verão tem como base o mapa da COSc2025, mas foi atualizada para maio de 2026 para as áreas de floresta e mato. A atualização é efetuada com base em metodologias de deteção e classificação de alterações com base em imagens do Sentinel-2. Nas áreas sem alterações a cartografia mantém a classe de ocupação do solo do ano anterior, garantindo-se a consistência espaciotemporal com a COSc2025 disponível à data.
A nomenclatura da COSc pré-verão e a descrição das classes é apresentada no documento Nomenclatura COSc (https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/documentos-publicos/Nomenclatura_COSc.pdf). Os limites da carta na fronteira com Espanha são os da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP) versão 2018 e na zona costeira é utilizado um buffer de cerca de 2 km a partir da linha de costa.
Uma comparação entre uma COSc anual e uma COSc pré-verão (e.g., COSc2025 e COSc2026 pré-verão) não revela nem poderia revelar, todas as alterações que ocorreram no território devido à metodologia usada. Com efeito, a COSc pré-verão capta as perdas de vegetação em floresta e mato que ocorreram entre outubro do ano anterior e o fim da primavera seguinte. Por exemplo, as culturas anuais representadas na COSc pré-verão são as mesmas da COSc anual anterior porque as áreas agrícolas não são atualizadas antes do verão. Estas serão atualizadas na COSc anual seguinte. Além disso, uma comparação entre uma COSc anual e uma COSc pré-verão revelam as mesmas limitações das comparações entre duas COSc anuais.
Os utilizadores são incentivados a reportarem para smos@dgterritorio.pt uma análise crítica sobre a utilização da cartografia.
Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
A COSc pré-verão foi financiada pelo Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), mais concretamente pelo projeto «P1.5-dados de deteção remota para a gestão florestal» do transForm, uma Agenda Mobilizadora criada no âmbito da Componente 5 – Capitalização e Inovação Empresarial do PRR, para produzir as edições de 2023 a 2025.
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2 mesesLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Atlas do Biometano para Portugal Continental
O Atlas do Biometano serve para apoiar a identificação de locais mais favoráveis à implementação de unidades de produção de biometano tendo em conta a proximidade a fontes de biogás (potenciais produtores), a potenciais consumidores e/ou à rede de gás. É desenvolvido em software SIG para Portugal Continental. A análise é feita para a identificação de clusters de produtores/consumidores em proximidade tendo em conta a divisão do país numa malha de 20km2 (278 quadrículas em Portugal continental). Para cada um destes foi estimada a atual quantidade potencial de produção de metano em m3/ano para os seguintes tipos de potenciais produtores: (1) Resíduos e Águas residuais: aterros de resíduos urbanos, aterros de resíduos industriais e ETARs; (2) Agroindústria: Outros produtos alimentares; Leite; Cervejeiras; Matadouros; Tomate; Sumos / Saladas; Casca Arroz e Frutos Secos; (3) Lagares e Adegas: Bagaço de azeitona; Lagares; Adegas e Destilarias; (4) Pecuária Intensiva: Aves; Ruminantes e Suínos; (5) Sobrantes agrícolas: Tomate; Milho; Arrozal; podas de Olival; podas de Pomares e podas de Vinha. No que respeita a potenciais consumidores, considerou-se: (1) Refinarias e Centrais Combustão CCGTs; (2) Indústria: Vidro; Química; Cimento; Cerâmica; Papel / Cartão; Agroalimentar e Têxtil; (3) Postos de abastecimento de gás veicular; (4) UAGs – Unidades Autónomas de Gás e (5) Pontos de injeção na rede de gás natural. Foi desenvolvido um índice adimensional que caracteriza cada quadrícula quanto à sua aptidão e que varia de 0 a 100 (100 é maior/melhor). O índice pode ser visualizado apenas para os produtores, para consumidores e para a combinação de produtores e consumidores. Uma quadrícula com muitos potenciais produtores de elevados volumes de biometano e potenciais consumidores terá um valor mais elevado no índice. Mostra-se ainda a localização dos projetos de produção e as zonas com limitações para aplicação de digeridos em solos. O Atlas não substitui a análise caso a caso da localização de projetos, nem o licenciamento dos mesmos. Deve ser utilizado como informativo. A análise à escala que é utilizada encontra-se limitada pela resolução e precisão da informação de base utilizada.
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2 mesesLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Zonas potencialmente favoráveis ao Armazenamento Geológico de CO2 em Portugal
Delimitação de áreas e identificação de formações geológicas com potencialidades para armazenar CO2 em Portugal continental e na respetiva Zona Económica Exclusiva (ZEE). As áreas foram obtidas a partir da conjugação de dados históricos (sondagens mecânicas de pesquisa de petróleo e respetivas diagrafias e prospeção geofísica através do método sísmica de reflexão), da interpretação litoestratigráfica, dos requisitos para o armazenamento em aquíferos salinos, bem como de uma atualização dos resultados dos projetos COMET, CO2STOP e HYSTORIES, efetuada no âmbito do projeto CSA-GSEU (WP3 Geoenergia, subgrupo temático Armazenamento de CO2 e Hidrogénio).
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6 mesesDireção-Geral do Território
Carta de Ocupação do Solo Conjuntural - 2025
Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público..
A Carta de Ocupação de Solo Conjuntural (COSc) é um produto do Sistema de Monitorização da Ocupação do Solo (SMOS), uma iniciativa inovadora, concebida e desenvolvida pela Direção-Geral do Território, com o objetivo de produzir de forma contínua informação cartográfica sobre o uso e ocupação do solo. O SMOS utiliza os mais recentes desenvolvimentos das tecnologias do espaço e Inteligência Artificial para criar produtos com mais detalhe, qualidade, rapidez e disponibilizados com política de dados abertos. Todos os produtos podem ser visualizados no viSMOS. (https://smos.dgterritorio.gov.pt/vi-smos)
A COSc, anteriormente designada por Carta de Ocupação do Solo Simplificada (COSsim), foi criada com o objetivo de fornecer informação complementar à Carta de Uso e Ocupação do Solo (COS), tendo uma frequência de produção e atualização anual, e um formato raster com pixels de 10 m. A COSc conta com a primeira edição para o ano de 2018 e é atualizada anualmente a partir da edição de 2020.
A nomenclatura da COSc2018 é composta por três níveis de detalhe temático crescente, com 6, 9 e 13 classes nos níveis 1, 2 e 3, respetivamente. A produção da COSc2020 introduziu uma melhoria no detalhe temático na classe de agricultura, sendo esta dividida em três classes, resultando em 15 classes no nível 3. A nomenclatura da COSc e a descrição das classes é apresentada no documento Nomenclatura COSc (https://www.dgterritorio.gov.pt/sites/default/files/documentos-publicos/Nomenclatura_COSc.pdf). Os limites da COSc na fronteira com Espanha são os da Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP) versão 2018 e na zona costeira é utilizado um buffer de cerca de 2 km a partir da linha de costa.
A COSc é produzida através de tecnologias espaciais e Inteligência Artificial, que inclui algoritmos de machine learning e regras de conhecimento pericial para classificar automaticamente séries multiespectrais e intra-anuais de dados de imagens óticas de satélite Sentinel-2. Para realizar este processo é construída uma base de dados espectral formada por compósitos mensais, índices espectrais e métricas intra-anuais de imagens Sentinel-2 para o ano agrícola em análise (i.e., de outubro 2019 a setembro 2020 para a COSc2020). A base de dados de treino de cada classe para a classificação automática é obtida por processamento automático de informação auxiliar e por fotointerpretação.
A metodologia da COSc é adaptável ao ano da cartografia, existindo dois casos distintos. O primeiro consiste na produção da COSc para anos de referência, sendo este conceito associado à existência de uma versão da COS e ortofotomapas, como é o caso de 2018. O segundo caso consiste na produção da COSc para os anos intercalares, para os quais não existe uma versão da COS nem ortofotomapas, como é o caso de 2020. A COSc de referência beneficia da existência de mais informação de base e encontra melhores condições para a sua produção. A COSc intercalar está condicionada à informação existente e prevista de ser aplicada sempre que os ortofotomapas e uma versão atual da COS não estão disponíveis. Nos anos de referência será também produzida uma primeira versão da COSc com a aplicação da metodologia de produção das COSc intercalares. Para os anos de referência, a COSc final será produzida depois da produção da COS, promovendo-se a articulação entre a COS e a COSc.
A metodologia de produção da COSc de referência pode ser consultada em Costa et al. (2022). As COSc intercalares são produzidas com base em metodologias de deteção e classificação de alterações com base em séries interanuais e intra-anuais de imagens do Sentinel-2. Nas áreas sem alterações a cartografia mantém a classe de ocupação do solo do ano anterior, garantindo-se a consistência espaciotemporal da série cartográfica.
A versão atual da COSc2018 tem uma exatidão global de 83.0% (±3.1%), estimada com base numa amostra com 4018 pontos e para um nível de confiança de 95%. As COSc subsequentes não foram validadas, mas as suas exatidões globais deverão ser próximas da exatidão global da COSc2018.
Uma comparação entre duas COSc (e.g., 2024 e 2025) não revela nem poderia revelar, todas as alterações que ocorreram no território devido à metodologia usada. Com efeito, a COSc intercalar capta dinâmicas anuais e por isso é normal que algumas alterações de ocupação não sejam representadas. Por exemplo, novas áreas urbanas ou novas áreas de culturas permanentes não são representadas na COSc intercalar (e.g., COSc2020). Assim, uma zona coberta de vegetação que seja cortada para dar lugar a edificações poderá permanecer representada como Superfície sem vegetação. Da mesma forma, novas áreas agrícolas, nomeadamente novas plantações de pomares, poderão ser representadas como Superfície sem vegetação ou Vegetação herbácea espontânea que predominam nessas áreas relativamente às copas das árvores de dimensões ainda reduzidas. O mapeamento das alterações do solo é dependente das observações feitas por satélite que poderão demorar algum tempo até captar um sinal espectral suficientemente estável que permita a sua classificação na classe de ocupação do solo mais adequada. Estas dinâmicas entre as classes são efetivadas nas COSc de referência, beneficiando-se da disponibilização de informação auxiliar mais completa, como os ortofotomapas e a COS. Importa também ter presente que certos elementos da superfície de dimensões próximas ao tamanho do pixel podem não estar representados na COSc quer por não serem observáveis por satélite quer por terem sido generalizados no âmbito da aplicação de regras de conhecimento pericial.
A produção de uma nova COSc (e.g., 2025) inclui uma revisão da COSc do ano anterior (e.g., 2024) para assegurar a compatibilidade espaciotemporal entre as duas cartas mais recentes. A COSc revista do ano anterior passa a estar disponível no SNIG como indicado acima. De referir que a COSc2025 beneficiou da cobertura obtida em 2024 pela DGT com tecnologia LiDAR (Light Detection And Ranging) aerotransportada, permitindo identificar edifícios com grande detalhe e melhorar a representação da classe Territórios artificializados, o que foi transferido igualmente para a COSc2024 durante o processo de compatibilização. É importante referir que a primeira versão da COSc 2025 com edifícios da cobertura LiDAR não incluía edifícios numa região do Noroeste, que abrange o Alto Minho, Cávado, Ave e grande parte da Área Metropolitana do Porto e Tâmega e Sousa. A versão atualmente disponível já inclui os edifícios atualizados para todo o território continental. As restantes COSc mais antigas não são harmonizadas com as duas mais recentes porque seria um processo demorado, tendo a DGT decidido por favorecer a rapidez da atualização e disponibilização da cartografia. Ainda assim, apesar do esforço para se garantir a consistência espaciotemporal entre as duas COSc mais recentes, é natural que uma comparação entre duas COSc (e.g., 2025 e 2024) ainda revele diferenças que não correspondem a alterações reais. Por exemplo, alternância entre culturas de outono/inverno e primavera/verão poderá ser influenciada por variações meteorológicas e práticas agrícolas interanuais que modificam a fenologia da vegetação captada pelos satélites e que ainda não estão bem acomodadas nos algoritmos. Note-se, contudo, que todas estas questões têm uma expressão territorial reduzida relativamente à totalidade da área cartografada.
A COS continua a ser a cartografia de referência para planeamento e não deve ser substituída pela COSc. Importa ter sempre presente que a COSc retrata a ocupação do solo num ano específico e não o uso do solo. Por exemplo, uma área de uso florestal, pode ser classificada na COSc como Matos ou Vegetação herbácea espontânea se nesse ano estiver temporariamente desarborizada. A COSc é, portanto, uma cartografia de conjuntura, pelo que, em planeamento e gestão a médio prazo, a cartografia relevante continua a ser a COS. A COSc poderá ser útil em exercícios de planeamento e programação conjuntural.
Os utilizadores são incentivados a reportarem para smos@dgterritorio.pt uma análise crítica sobre a utilização da cartografia.
Se não está familiarizado com a disponibilização de dados geográficos através de serviços de visualização (e.g., WMS) e descarregamento pode consultar os Guias de Apoio na página de dados abertos da DGT (https://www.dgterritorio.gov.pt/dados-abertos).
Citação:
Costa, H.; Benevides, P.; Moreira, F.D.; Moraes, D.; Caetano, M., 2022. Spatially Stratified and Multi-Stage Approach for National Land Cover Mapping Based on Sentinel-2 Data and Expert Knowledge. Remote Sensing, 14, 1865, doi:10.3390/rs14081865 (https://doi.org/10.3390/rs14081865)
44% Qualidade dos metadados
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2 mesesLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Falhas Ativas Quaternárias da Ibéria (QAFI)
Base de dados de Falhas Ativas no Quaternário da Península Ibérica. QAFI desempenha um contributo fundamental para o estudo da perigosidade sísmica, como o repositório mais atualizado da informação sismotectónica sobre falhas na Península Ibérica com atividade nos últimos 2,6 Ma.
89% Qualidade dos metadados
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8 mesesInstituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P - ICNF
Dados Aquariport - Abundância de espécies piscícolas
Os dados AQUARIPORT corresponde às estações de amostragem incluídas no Programa Nacional de Monitorização de Recursos Piscícolas e de Avaliação da Qualidade Ecológica de Rios, onde se mostra a composição e abundância das espécies piscícolas.
44% Qualidade dos metadados
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9 mesesSecretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas / Governo dos Açores
Restauração em funcionamento na Região Autónoma dos Açores (RAA)
Este conjunto de dados geográficos representa a restauração existente na Região Autónoma dos Açores
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9 mesesSecretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas / Governo dos Açores
Postos de Informação Turística existentes na Região Autónoma dos Açores (RAA)
Este Conjunto de Dados Geográficos representa os Postos de Informação Turística existentes nos Açores.
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9 mesesSecretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas / Governo dos Açores
Alojamento Local em funcionamento na Região Autónoma dos Açores (RAA)
Este conjunto de dados geográficos representa o Alojamento Local (AL) em funcionamento na Região Autónoma dos Açores.
44% Qualidade dos metadados
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9 mesesSecretaria Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas / Governo dos Açores
Empreendimentos Turísticos em funcionamento na Região Autónoma dos Açores (RAA)
Este conjunto de dados geográficos representa os empreendimentos turísticos TER (Turismo Espaço Rural), Turismo Habitação (TH), Hóteis, Apartamentos Turísticos e Parques de Campismo, existentes na Região Autónoma dos Açores.
44% Qualidade dos metadados
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2 mesesLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Arquivo de Lâminas e Superfícies Polidas – Laminoteca
Base de dados dedicada ao registo e catalogação de lâminas delgadas, superfícies polidas e respetivas amostras. Este repositório digital organiza e preserva informação científica relevante, reunindo descrições e imagens para apoiar a investigação, o ensino e a valorização do património científico.
89% Qualidade dos metadados
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