Conjuntos de dados
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Exemplos: "educação", "saúde pública", "ambiente"
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mais de 2 anosLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Carta Geomorfológica do Parque Natural do Douro Internacional
O Parque Natural do Douro Internacional (PNDI) integra parte dos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo, tendo por limite leste o rio Douro e o seu afluente rio Águeda que definem a fronteira com Espanha. Tem uma área de 868,4 km2,
Esta carta geomorfológica, à escala 1:150 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001- 2005.
Na geomorfologia do PNDI destaca-se os vales fluviais do rio Douro e Águeda, de vertentes abruptas do tipo canhão fluvial (canyon), o Planalto Mirandês, continuação da Superfície Fundamental da Meseta, relevos residuais (cristas quartzíticas) e geoformas graníticas.
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mais de 2 anosLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Carta Geomorfológica do Parque Natural de Montesinho
O Parque Natural de Montesinho (PNM) integra a parte norte dos concelhos de Vinhais e Bragança, tendo por limite norte a fronteira espanhola. Tem uma área de 750 km2, correspondendo, respetivamente a cerca de a 44% e 37% das áreas destes concelhos.
A carta geomorfológica, à escala 1:100 000, foi produzida no âmbito do Projecto PNAT/CTE/15008/99, “Geologia dos Parques Naturais de Montesinho e do Douro Internacional (NE Portugal): Caracterização do Património Geológico”, executado pelo INETI (atual LNEG), em parceria com a Universidade do Minho, entre 2001- 2005. Este documento integra o relatório sobre recursos e património geológico do PNM, correspondendo ao Anexo II (Meireles et al., 2005).
A geomorfologia do PNM está fortemente controlada pelas estruturas tectónicas e pelas litologias. A paisagem varia em função do substrato litológico e do controlo tectónico alpino, que foi determinante no escalonamento do relevo, especialmente no sector oriental.
Os relevos de maior expressão na área do PNM são as serras de Montesinho (1486m) e da Coroa (1273m). Estes constituem a terminação meridional das montanhas Galaico – Leonesas as quais atingem mais de 2000 metros de altitude alguns quilómetros a norte.
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mais de 2 anosLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Carta Geológica de Macau à escala 1:5 000
Carta Geológica de Macau, à escala 1:5 000, constituída pelas Folhas I (Macau), II (Taipa) e III (Coloane), produzida pelos Serviços Geológicos de Portugal em 1992, no âmbito da proposta feita em 1988, pelo Governo do Território de Macau, à Direção Geral de Geologia e Minas.
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mais de 2 anosLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Inventário Nacional de Património Geológico
O Inventário Nacional de Património Geológico constitui uma base de dados de geossítios – sítios de interesse geológico – que contempla toda a informação sobre património geológico caracterizado no país, pelas diferentes entidades que têm trabalhado na sua identificação. Propõe-se que seja um suporte para as políticas de conservação da natureza e de ordenamento do território, com uma base global e consensual, de acesso livre e em constante atualização.
Este inventário surge da fusão dos inventários previamente existentes do Laboratório Nacional de Energia e Geologia e da Universidade do Minho que foram sendo desenvolvidos, desde o início deste século, com pressupostos e métodos distintos. O inventário agora disponível foi produzido após uma adequação e atualização da informação pré-existente.
O inventário segue uma metodologia adaptada a inventários de âmbito nacional que foi originalmente definida pela ProGEO (Associação Europeia para a Conservação do Património Geológico) e pela IUGS (União Internacional das Ciências Geológicas), com a definição de categorias temáticas que correspondem aos principais temas que melhor representam a evolução geológica do território português. Cada categoria temática é coordenada por três especialistas reconhecidos, responsáveis pela sua dinamização e caracterização e seleção dos geossítios, em que o valor científico constitui a base da sua seleção.
Estão definidas 26 categorias temáticas de geossítios neste Inventário Nacional, coordenadas por mais de 60 especialistas nacionais abrangendo temas de geodinâmica interna e externa.
O inventário conta atualmente com quase quatro centenas de geossítios, pretendendo-se que seja atualizado com a colaboração da comunidade geológica. Um inventário desta natureza nunca está encerrado, estando em permanente atualização. Isto significa que a ausência de geossítios de uma determinada área do território pode significar apenas que ainda não foram alvo de inventariação. À medida que o conhecimento científico avança, certas ocorrências podem adquirir um incremento na sua importância e novos locais podem ser colocados em evidência. Neste contexto inovador e dinamizador o Inventário contribui para uma nova estratégia de geoconservação através da divulgação do valor científico dos diferentes geossítios.
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mais de 2 anosLaboratório Nacional de Energia e Geologia - LNEG
Carta Geológica da República da Guiné-Bissau à escala 1:400 000
Carta geológica editada em formato frente e verso, incluindo a seguinte informação: Frente da Carta: Geologia 1:400 000; Corte Geológico 1:400 000 (escala horizontal); Legenda Geológica; Localização dos principais Afloramentos; Ocorrências e Recursos Minerais (localizados no mapa e em listagem numa Tabela); 346 Sondagens (captação de água, poços e algumas sondagens mineiras). A base topográfica foi desenhada expressamente para esta edição (Base Topográfica LNEG-IICT, 2011), a partir de cartografia na escala 1:50 000 (72 folhas editadas entre 1953 e 1966). Foi atualizada para 2013 sobretudo no referente à redistribuição da população e à reconfiguração da rede viária, face a alterações profundas que marcaram o país durante a guerra (1963-1974) e após a independência. Inclui estradas, caminhos, povoações, rede hidrográfica, planos de água (vendus e lagoas), toponímia, altimetria (pontos cotados e curvas de nível). O litoral tem continuidade com a plataforma continental, sendo apresentada a batimetria, facilitando a perceção do delta correspondente ao Arquipélago Bijagós. No verso da Carta: 346 “logs” de sondagens e poços, com a profundidade de captação de água e com a interpretação da sequência atravessada (litologia / estratigrafia); Extrato de Imagem de satélite, incluindo grande parte do litoral do país, para visualização do transporte sedimentar no Delta dos Bijagós e na foz do rio Geba; Esboço geomorfológico e texto explicativo sobre a geomorfologia e morfologia do território; Corte Geológico da bacia mesocenozóica, com texto explicativo e Coluna Litostratigráfica tal como seguida em pesquisa de hidrocarbonetos; Carta hipsométrica; Mapa Administrativo do país (regiões, sectores e cidades); Mapa com a Divisão Cartográfica; Bibliografia, geral e sectorial (geologia, cartografia, hidrogeologia, recursos minerais, etc.); Lista de autores e colaboradores; Fotos de afloramentos.
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mais de 2 anosInstituto Hidrográfico
Modelo Batimétrico - ZEE
O Instituto Hidrográfico contribui para o projeto Europeu EMODnet Bathymetry com os dados dos levantamentos hidrográficos.
O modelo batimétrico é constituído por uma malha regular de profundidades, cobre toda a Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal com um espaçamento de 1/16 arcos de minuto (ca 115 metros).
Modelo batimétrico foi extraído a partir do modelo produzido no âmbito do projeto EMODnet Bathymetry.
Para mais informações sobre o projeto:
https://www.emodnet-bathymetry.eu/
Este conjunto de dados integra os Conjuntos de Dados de Elevado Valor/HVD identificados de acordo com o Regulamento de Execução n.º 2023/138 da Diretiva (UE) 2019/1024, relativa aos dados abertos e à reutilização de informações do setor público
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